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OLÁ, BOA NOITE.
-Os "lindos" garotos do The Who
"Tommy" ressurgiria posteriormente através de outras mídias. Em 1972 a Orquestra Sinfônica de Londres lançou sua versão do álbum, com o papel de cada personagem cantado por integrantes do Who e outros astros pop da época, como Steve Winwood, Rod Stewart e Ringo Starr. Pete Townshend também participou, dando algumas dedadas em sua guitarra, mas no geral a música foi inteiramente orquestral. Em 1993, Townshend e o diretor Des MacAnuff escreveram e produziram uma versão em musical da Broadway de "Tommy". Apresentando várias músicas inéditas de Townshend e um elenco estelar, a produção ganhou um Tony Award no mesmo ano, e várias edições posteriores inspiradas neste musical alcançaram grande sucesso de público. Inlcusive, se eu não me engano esse ano Tommy teve uma apresentação especial no Teatro Municipal, interpretado principalmente por André Mathos, do Shaman. O espetáculo foi gratuito e eu não pude ir (AAAGH). O Filme
Em 1975 o cineasta Ken Russell lançou sua versão, no mínimo corajosa, da história de Tommy. Trazia o The Who ( Roger Daltrey interpretando um impagável Tommy já adulto, Keith Moon era o tio do próprio, e Pete Townshend e John Entwistle interpretavam a si mesmos), e um elenco eclético, que incluía entre outros Elton John, Oliver Reed, Tina Turner, Eric Clapton e Jack Nicholson (se não me engano o segundo ou terceiro filme "grande" de Nicholson, que antes filmou algumas pérolas para o terror B, como A Pequena Loja dos Horrores. Depois de Tommy, Jack viria a filmar o filme que o caracterizou como o "Madman" do cinema: Um Estranho no Ninho); o filme ganhou um status de “cult” por suas cenas retratando o músico Arthur Brown como um pastor no culto de Tommy, a atriz Ann-Margret afundando em uma sala cheia de feijão e a brilhante sátira à música pop apresentada na sequência de “Sally Simpson”.
Jack Nicholson em Tommy (ele tinha cabelo???) A história foi vagamente alterada em relação ao albúm: no filme, não é o pai de Tommy que mata o amante da mulher, e sim o contrário.A composição de novas músicas, como "Prologue 1945", "Bernie's Holiday Camp", "Champagne", "Mother and Son" e "T.V. Studio", que não constavam no álbum original.
Roger Daltrey como Tommy Conclusão? "TOMMY" é um trabalho imperdível em qualquer mídia. Ao explorar um tema polêmico, esses hooligans da música dos anos 60 trouxeram à luz uma obra única, que emociona o ouvinte ou o espectador. Claro que há outros albúns excelentes do The Who (dentre os quais recomendo Quadrophenia e Who's Next?), mas Tommy é de longe meu predileto...e espero que venha a ser o de vocês. Abaixo seguem os links de download do albúm original e do filme (arquivo de torrent). Essa foi minha primeira publicação no Pílula. Xinguem, Zombem, Elogiem. Clique na imagem para fazer o download. The Who - Tommy(1969) Overture
Direção: Ken Russell Roteiro:Pete Townshend/Ken Russell Elenco: Oliver Reed - Frank Hobbs Ann-Margret - Nora Walker Hobbs Roger Daltrey - Tommy Walker Elton John - The Pinball Wizard Eric Clapton - The Preacher John Entwistle - Ele mesmo Keith Moon - Uncle Ernie Jack Nicholson - The Specialist Robert Powell - Captain Walker Pete Townshend - Ele mesmo Tina Turner - The Acid Queen Victoria Russel - Sally Simpson Mary Holland - Mrs. Simpson Gary Rich - Rock Musician O PÍLULA NÃO É UM CURADOR ![]() O Pílula nao é um curador, não faz o papel do cura, é o papel da AÇÃO, sim aquele velho verbo deveras conjugado e pouco praticado. Comum ouvir rapazes e raparigas dizendo da dita, maldita falta de opção, eis o Pílula mostrando uma opção. As palavras estouradas do liquidificador são a ponte entre a mesmice e o agir.... Escreves? Pintas? Pichas? Fotografas ? Cantas ? Danças ? Modelas? Filmas? Desenhas? Reciclas? Observas? Enfim Pinte, borde, tome a pílula e vomite suas reclamações, seus anseios. Faça Aja, Tome o Pílula. Muito dadaísta isso? Pretensioso ou seria pseudointelectual? Respondam e mandem seus trabalhos, estamos abertos, mandem para nós, seramos a ponte. UM TEXTO SUJO AS 2 E TRALALÁ ![]() Em frente ao computador, pensamos algumas vezes como abrir aos outros o que nós pensamos ser o projeto Pílula... nesse instante percebemos que o Pílula nao é nosso, nao é da Nina, da Tatá, do Vendetta, do Noise, do Moldador, do Hermes. Ele é MAIS. É uma coceirinha, uma dor, um anseio, uma expectativa, um tiro, um enfarte, um vômito, ele é aquela velha demagogia, hipocrisia, utopia, sabe? Como condutores, nós o jogamos no liquidificador e dele estourou idéias, culminando em algumas palavrinhas interessantes: Cultura Arte Sociedade Cotidiano Caos Marginalidade O Pílula é uma escolha que todos podem fazer. O que toma quando os sintomas acima aparecem? Quando a veia rompe? ??????????????????????????????Tome o Pílula!<> |